terça-feira, 23 de agosto de 2011
Cuidados básicos...
A Hepatite B é uma doença silenciosa que, em sua forma crônica, atinge mais de dois milhões de brasileiros. Apesar de ser uma doença comum, nem todos conhecem as formas de transmissão ou prevenção, como a vacina, que está disponível nos postos de saúde. Para diminuir os riscos e consequências da Hepatite B,
Ministério da Saúde.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Onde o "Anormal" tenta nos convencer que não somos "normais" melor dizer pra não gritar - SURTARAM GERAL!!!!
No meu ponto de vista achei parecido com o filme "Resident Evil" (Kennedy Martins)
Cenas da Semana de Moda de Paris
A “Semana de Moda de Paris”, que acontece entre os dias 1 a 9 de março de 2011, conta com a presença dos principais estilistas e grifes do mundo. Uma grande ausência, porém, será John Galliano, estilista da Dior desde 1996, que foi demitido da empresa por proferir comentários racistas. Por outro lado, novos estilistas e marcas desfilaram nos primeiros dias do evento, mostrando a permanente renovação que existe na indústria da moda.

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Foto: REUTERS/Benoit Tessier1 Mágico faz apresentação durante o desfile da grife Manish Arora na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 3 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Patrick Kovarik2 Mágico faz apresentação durante o desfile da grife Manish Arora na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 3 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Benoit Tessier3 Mágico faz apresentação durante o desfile da grife Manish Arora na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 3 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Francois Mori4 Modelo durante desfile da grife Gareth Pugh na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes5 Modelo desfila para a grife Fatima Lopes na Semana de Moda de Paris. 1 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Benoit Tessier6 Desfile da grife Marcel Marongiu na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes7 Modelos no desfile da grife Nicola Formichetti na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Francois Guillot8 Modelo tatuado durante desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Francois Guillot9 Desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: Eric Ryan/Getty Images10 Modelos no desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Francois Guillot11 A cantora Lady Gaga durante o desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Francois Guillot12 Modelo no desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Francois Mori13 Desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Invero 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Patrick Kovarik14 Modelo no desfile da grife Manish Arora na Semana de Moda de Paris. 3 de março de 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/Patrick Kovarik15 Modelo no desfile da grife Manish Arora na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 3 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Francois Mori16 Modelo no desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: Richard Bord/Getty Images17 Modelo no desfile da grife Corrado De Biase na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 1 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Thibault Camus18 Desfile da grife Peachoo Krejberg na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Christophe Ena19 Desfile da grife Nana Aganovich na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 1 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes20 Modelos desfilam para a grife Anthony Vaccarello em Paris. 1 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes21 A cantora Lady Gaga durante o desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes22 Modelo no desfile da grife Hakaan Yildirim na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 1 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes23 Modelo desfila para a grife Hakaan Yildirim durante a Semana de Moda de Paris. 1 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes24 Modelo desfila para a grife Anne Valerie Hash na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes25 Modelos desfilam para a grife Marco Zanini na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes26 Desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes27 A cantora Lady Gaga com os estilistas Nicolas Formichetti e Sebastien Peigne no encerramento do desfile da grife Thierry Mugler na Semana de Moda de Paris. 2 de março de 2011. -

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Foto: AP Photo/Joel Ryan28 Modelo no desfile da grife Limi Feu na Semana de Moda de Paris, coleção Outono-Inverno 2012. Paris, 2 de março de 2011. -

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Foto: REUTERS/Jacky Naegelen/Files29 O estilista John Galliano cercado por policiais enquanto deixa uma delegacia de polícia em Paris. A grife francesa Christian Dior demitiu John Galliano após a divulgação de um vídeo em que o estilista grita insultos antissemitas em um bar de Paris.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Encontrados dois planetas na mesma órbita
Encontrados dois planetas na mesma órbita
Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/02/2011

Uma bactéria vivendo à base de arsênio e um computador do tamanho da ponta de uma agulha são exemplos claros do primeiro caso, apenas para ficar nos mais recentes.
Mas agora parece estarmos frente a frente com o caso oposto - muito mais bem-vindo.
Objetos de interesse do Kepler
A primeira divulgação dos dados científicos do Telescópio Espacial Kepler privilegiou o anúncio de um sistema planetário com seis planetas.
Na ocasião, deu-se menos importância para o fato de que os dados revelavam nada menos do que 54 planetas na zona habitável, com potencial para abrigar formas de vida mais parecidas com a nossa.
E deve haver muitas outras preciosidades mais ao fundo do baú de descobertas impressionantes que o Kepler fez apenas em sua primeira campanha.
O exemplo mais recente chama-se KOI-730 - onde KOI é uma sigla para Kepler Object of Interest, um objeto celeste interessante flagrado pelo telescópio.
E o fato de este ser o número 730 parece ser mais uma indicação de que ainda há muitas coisas ainda a serem reveladas.
Dois planetas na mesma órbita
Mas o importante é que o KOI-730 parece ter dois planetas na mesma órbita, algo completamente inesperado.
Se esta descoberta for confirmada por futuras observações mais detalhadas, ela poderá dar sustentação a uma teoria sobre a origem da nossa Lua.
Acredita-se que os planetas se formem pela coalescência de um disco de poeira cósmica que resta ao redor de uma estrela recém-formada - veja Astrônomos podem ter detectado nascimento de planeta.
A teoria não coloca qualquer empecilho a que se formem dois planetas na mesma órbita. Isto pode ser possível graças aos chamados Pontos de Lagrange - o próprio Telescópio Kepler está em um destes.
Quando um corpo celeste orbita outro maior - como um planeta ao redor de uma estrela - há dois Pontos de Lagrange ao longo da órbita do planeta, onde um outro corpo pode orbitar a estrela de forma estável.
Esses dois pontos ficam localizados 60 graus à frente e 60 graus atrás do planeta.
Exatamente o que os dados indicam para o KOI-730, um sistema com quatro planetas, dois dos quais orbitam a estrela a cada 9,8 dias, um exatamente 60 graus à frente do outro.
Nascimento da Lua
Além do ineditismo, a descoberta pode dar sustentação à teoria que tenta explicar o nascimento da Lua.
Segundo essa teoria, a Terra teria compartilhado a órbita com outro planeta do tamanho de Marte, um hipotético planeta conhecido como Théia.
Em algum momento, por algum motivo, os dois se chocaram - e os modelos indicam que o choque deveria ter sido em baixa velocidade, o que é condizente com dois planetas compartilhando a mesma órbita.
Uma parte dos destroços desse choque planetário teria formado a Lua - veja Duas sondas gêmeas, um planeta desaparecido e a origem da Lua.
Mas será que os dois planetas do KOI-730 poderiam se chocar para formar uma exolua? É possível, afirmam os cientistas em seu artigo, mas os dados indicam que o sistema ficará estável por 2,2 milhões de anos.
Bibliografia:Architecture and Dynamics of Kepler's Candidate Multiple Transiting Planet Systems
Jack J. Lissauer, Darin Ragozzine, Daniel C. Fabrycky, Jason H. Steffen, Eric B. Ford, Jon M. Jenkins, Avi Shporer, Matthew J. Holman, Jason F. Rowe, Elisa V. Quintana, Natalie M. Batalha, William J. Borucki, Stephen T. Bryson, Douglas A. Caldwell, Joshua A. Carter, David Ciardi, Edward W. Dunham, Jonathan J. Fortney, Thomas N. Gautier III, Steve Howell, David G. Koch, David W. Latham, Geoffrey W. Marcy, Robert C. Morehead, Dimitar Sasselov
25 Feb 2011
http://arxiv.org/abs/1102.0543
Meteoritos podem ter semeado vida na Terra
Meteoritos podem ter semeado vida na Terra
Com informações da Agência Fapesp e BBC - 01/03/2011

Esta é uma hipótese cada vez mais em voga, chamada panspermia.
Agora, um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos descobriu indícios da emissão de nitrogênio por um meteorito primitivo.
O nitrogênio é elemento químico fundamental para a vida, encontrado em todos os organismos terrestres.
Nitrogênio extraterrestre
Sandra Pizzarello e seus colegas da Universidade do Estado do Arizona analisaram um meteorito que contém carbono e que foi encontrado na Antártica.
Eles analisaram pouco menos de 4 gramas de pó extraído do meteorito Grave Nunataks 95229, batizado em referência ao local onde foi descoberto na Antártida em 1995.
Para determinar a composição molecular de compostos insolúveis encontrados no meteorito, o grupo coletou amostras que foram tratadas com água em altas temperatura e pressão.
A massa dos componentes resultantes foi analisada e os cientistas verificaram que a água no entorno emitia amônia (NH4) - um precursor importante para moléculas biológicas complexas, como aminoácidos e DNA.
Os pesquisadores analisaram os átomos de nitrogênio na amônia e determinaram que os isótopos atômicos não se encaixavam com os encontrados atualmente na Terra, descartando a possibilidade de que a amônia pudesse ter sido resultado de contaminação durante o experimento.
Origem da vida na Terra
Estudos têm tentado sem sucesso identificar a origem da amônia responsável por desencadear a formação das primeiras biomoléculas na Terra.
A nova pesquisa sugere que os meteoritos, que carregam com eles registros da química nos primórdios do Sistema Solar, podem ter semeado a Terra com os precursores moleculares da vida.
"O estudo mostra que há asteroides no espaço que, ao se fragmentar em meteoritos, podem ter caído sobre a Terra com uma mistura de componentes com propriedades atrativas, incluindo uma grande quantidade de amônia", disse Pizzarello.
Segundo ela, meteoritos podem ter fornecido à Terra uma quantidade suficiente de nitrogênio para fazer emergir a vida em seu estado primitivo.
A teoria de que as "sementes" da vida na Terra foram trazidas por cometas ou asteroides resulta, em parte, da tese de que nosso planeta, em seu período formativo, não contivesse o estoque necessário de moléculas simples para ativar os processos que deram início à vida primitiva.
Tais processos poderiam ter ocorrido no chamado "cinturão de asteroides" entre Marte e Júpiter, longe do calor e da pressão de planetas em formação.
Colisões entre os asteroides dentro deste cinturão teriam produzido os meteoros que viajaram pelo sistema solar e, ocasionalmente, terminaram carregando seu material para a Terra.
Estudos realizados com o meteorito Murchison, que atingiu a Austrália em 1969, mostraram que aquela rocha também é rica em componentes orgânicos.
Mas Pizzarello diz que o meteorito Murchison é "complexo demais" e contém moléculas de hidrocarbonetos mais propensas a serem encontradas em um período mais tardio da história da vida.
Apenas possibilidades
A especialista em meteoros Caroline Smith, do Museu de História Natural de Londres, concorda que um importante elemento no novo estudo é a detecção de nitrogênio. Mas ela questiona se a quantidade encontrada no meteorito da Antártida se repete em outras ocasiões.
"Um dos problemas em relação à biologia primitiva na Terra tem a ver com a necessidade de nitrogênio em abundância para deslanchar todos esses processos pré-biológicos", ela explica.
"O nitrogênio está presente na amônia. Mas há uma série de evidências que apontam que a amônia não existia em abundância no início da Terra. Então de onde veio?"
O fator específico que levou ao nascimento da vida na Terra permanece um mistério. Uma das hipóteses aventadas pela professora Pizzarello é que materiais provenientes de meteoritos tenham interagido com ambientes como vulcões e piscinas formadas pelas marés oceânicas.
Mas ela ressalvou que todas as hipóteses ainda estão no campo da especulação.
"Encontramos esses materiais extraterrestres em meteoritos que contêm o que precisamos (para chegar a uma explicação) mas, quando chegamos em questões como 'como e 'por que', ninguém sabe", afirma.
"O único que podemos dizer é que sim, parece que ambientes extraterrestres podem ter trazido o material."
Bibliografia:Abundant ammonia in primitive asteroids and the case for a possible exobiology
Sandra Pizzarello, Lynda B. Williams, Jennifer Lehman, Gregory P. Holland, Jeffery L. Yarger
Proceedings of the National Academy of Sciences
February 28, 2011
Vol.: Published online before print
DOI: 10.1073/pnas.101496110
Microscópio óptico enxerga vírus pela primeira vez
Microscópio óptico enxerga vírus pela primeira vez
Redação do Site Inovação Tecnológica - 02/03/2011

Cientistas criaram um novo microscópio que quebra o recorde de menor objeto que o olho humano consegue ver, superando o limite da difração da luz.
Até agora, um microscópio óptico comum só conseguia visualizar claramente objetos com cerca de um micrômetro - 0,001 milímetro.
Combinando um microscópio óptico com uma microesfera transparente - batizada de nanoscópio de microesfera -, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, demonstraram ser possível enxergar diretamente coisas muito menores.
O novo microscópio consegue focar objetos várias vezes menores do que o limite atual, alcançando um recorde de visualização ao focar diretamente uma estrutura medindo 50 nanômetros (5 x 10-8 metro) sob luz normal.
Isto significa que, pela primeira vez, o homem conseguirá enxergar dentro das células e examinar a ação direta dos vírus, eventualmente desvendando seus mecanismos de ação.
Avanços nos microscópios ópticos
Os microscópios eletrônicos permitem distinguir estruturas ainda menores, mas dão uma visão apenas da superfície dos objetos sendo analisados, e não são adequados para observar visualmente coisas vivas, como a ação de um vírus em tempo real dentro de uma célula.
Várias técnicas vêm sendo desenvolvidas ao longo dos anos para quebrar o limite da difração da luz e permitir a visualização direta de objetos menores do que o comprimento de onda da luz visível.A nova técnica, contudo, é muito mais direta, seguindo uma rota totalmente óptica.
E, segundo os pesquisadores, essa técnica inovadora não possui limites teóricos para as menores dimensões que podem ser visualizadas, o que acena para microscópios ópticos ainda mais poderosos no futuro.
Imagens virtuais
O novo sistema de nanoimageamento é baseado na captura de imagens ópticas virtuais de campo próximo, que estão livres da difração, e ampliá-las através de uma minúscula partícula esférica.Numa segunda etapa, ao sair do nanoscópio de microesfera, as imagens são novamente amplificadas por um microscópio óptico comum.
"Este é um recorde mundial em termos da resolução alcançada por um microscópio óptico por meio de imageamento direto sob uma fonte de luz que cobre toda a gama do espectro óptico," afirmou o Dr. Lin Li, que criou o novo microscópio em conjunto com seus colegas de Cingapura.
"Ver diretamente dentro de uma célula sem usar contrastes e ver vírus em ação diretamente pode revolucionar a forma como as células são estudadas e nos permitirá examinar de perto os vírus pela primeira vez," completou.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Brasil está construindo foguete a etanol

Foguete a álcool
O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) está coordenando a construção de um foguete brasileiro alimentado por propelente líquido - mais especificamente, por etanol.
O projeto está na etapa de construção do sistema de alimentação do motor foguete, cuja principal função é fornecer ao motor foguete a propelente líquido nas pressões e vazões necessárias para o correto funcionamento do motor.
O sistema de alimentação será um dos componentes do primeiro foguete brasileiro funcionando exclusivamente com propelente líquido, o VS-15.
O VS-15 possibilitará a realização de ensaios em voo do motor foguete a etanol, verificando se o motor corresponde às características de projeto.

Alimentação do motor foguete
O sistema é composto por dois reservatórios de propelentes, um de etanol e outro de oxigênio líquido, e um reservatório de gás pressurizante, todos fabricados em fibra de carbono, para redução da massa total.
Diversas válvulas fazem o controle do fornecimento do etanol e do oxigênio ao motor, além do abastecimento prévio dos reservatórios A pressão dos fluidos nos reservatórios é mantida por reguladores de pressão especiais.
O sistema de alimentação já passou pela revisão de requisitos de sistema e pela revisão preliminar de projeto.
O projeto está agora em fase de fabricação dos modelos de engenharia dos reservatórios e dos reguladores de pressão e aquisição dos componentes, com a finalidade de montagem de um modelo de engenharia do sistema completo para realização dos primeiros ensaios funcionais a frio.
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Última fronteira intocada da Terra prestes a ser alcançada
Redação do Site Inovação Tecnológica - 07/01/2011
Mistérios do Lago Vostok prestes a serem revelados
O que pode haver no ambiente intocado do Lago Vostok ninguém sabe, mas as especulações incluem formas de vida únicas, que evoluíram de forma independente. [Imagem: SCAR]
Vidas desconhecidas
Se algum ambiente da Terra ainda pode ser considerado totalmente intocado, este é o caso do Lago Vostok.
Até hoje "visto" apenas por radar, o lago está escondido nas profundezas da Antártica, coberto por uma camada de 4 quilômetros de gelo.
Os cientistas acreditam que ele está assim, selado e isolado do restante do macroambiente terrestre, aí incluída a atmosfera, há pelo menos 14 milhões de anos.
O que pode haver lá ninguém sabe, mas as especulações incluem formas de vida únicas, que evoluíram de forma independente.
O fato é que, o que quer que viva no Lago Vostok, são organismos muitos antigos - ou, quem sabe, formas de vida totalmente desconhecidas.
Preservação
Mas esse suspense não vai durar por muito tempo.
O Secretariado do Tratado da Antártica, o organismo supranacional que cuida da preservação do continente, autorizou a primeira captura direta de uma amostra de água do Lago Vostok.
Os pesquisadores do instituto russo AARI (Arctic and Antarctic Research Institute) já estão a postos, e esperam que sua perfuratriz atinja o até agora insondável Lago Vostok ainda em Janeiro.
A grande preocupação do Secretariado era evitar qualquer contaminação das águas intocadas do lago.
A autorização foi dada depois que os russos idealizaram uma técnica de exploração bastante engenhosa, em que a pressão da água do próprio lago irá empurrar todo o aparato de perfuração para cima, congelando-se em seguida e selando novamente o Lago Vostok.
Na verdade, a proposta foi feita em 1998. Seguiram-se etapas exaustivas em que especialistas questionavam cada chance de erro do procedimento proposto pela equipe. Mas parece que eles conseguiram convencer a todos.
Fronteira desconhecida
Agora que a autorização foi dada, os pesquisadores russos, sediados na estação que também leva o nome de Vostok, correm contra o tempo, à medida que se aproxima o fim da estação de pesquisas na Antártica.
Segundo Valery Lukin, do AARI, a base do novo poço está agora a 3.650 metros, mais ou menos 100 metros acima do lago.
"Nós primeiro vamos usar uma broca mecânica e [a mistura tradicional de] freon e querosene para atingir 3.725 metros. Então, uma nova cabeça de perfuração termal especialmente desenvolvida, usando um fluido limpo à base de óleo de silicone e equipada com uma câmera, vai passar pelos últimos 20 a 30 metros de gelo."
Embora o Lago Vostok seja bem conhecido a partir de dados sismológicos e de radar, essas informações não são precisas o suficiente para determinar exatamente a que profundidade está a fronteira entre o gelo e a superfície líquida do lago.
Mistérios do Lago Vostok prestes a serem revelados
O gigantesco lago subglacial está a quase quatro quilômetros abaixo da estação russa Vostok, de onde a saída é bem sinalizada, embora os caminhos sejam longos. [Imagem: I.E.Frolov/AARI]
Segundo Lukin, em entrevista ao jornal The Voice of Russia, os métodos geofísicos utilizados têm uma margem de erro de 20 metros.
"Assim, a fronteira gelo-água pode estar localizada entre 3.730 e 3.770 metros. Nós esperamos, mas não temos certeza que será possível, alcançar o lago durante esta estação Antártica, porque não podemos avançar mais do que 4 metros por dia, dadas as circunstâncias," relatou.
Com isso, os cientistas não conseguem prever com exatidão quando seu mecanismo automático entrará em ação e trará à superfície as amostras tão esperadas, uma verdadeira cápsula do tempo, isoladas da atmosfera e da biosfera terrestre por milhões de anos.
"Naturalmente, será um excelente material natural para desenvolver tecnologias, resolver problemas de engenharia e conduzir experimentos voltados para a busca de vida em outros planetas do Sistema Solar," completou Lukin.
Lagos na Antártica
O glaciologista russo Igor Zotikov foi o primeiro a propor a existência de lagos abaixo da superfície da Antártica.
Ele estimou que o calor do solo da Antártica fundiria o gelo, e a grossa camada de gelo acima funcionaria como uma espécie de garrafa térmica, fazendo com que a água em estado líquido se acumulasse.
Mais tarde, dados sísmicos e de radar confirmaram a existência de um gigantesco lago abaixo da estação russa Vostok. O lago, que herdou o nome da estação, tem 20 mil quilômetros quadrados de área e uma profundidade de 740 metros de água líquida.
Atualmente já são conhecidos mais de 150 desses lagos subglaciais.
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Nave secreta dos EUA pousa depois de sete meses no espaço
Nave secreta dos EUA pousa depois de sete meses no espaço
Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/12/2010

A nave espacial militar não-tripulada havia sido lançada em Abril.
Entre os militares, a nave é conhecida como OTV-1 (Orbital Test Vehicle, ou veículo orbital de testes).
Nave não tripulada
Esta é a primeira vez que os EUA realizam uma missão com uma nave não tripulada, totalmente reaproveitável, capaz de ir ao espaço e retornar. A extinta União Soviética chegou a fazer voos de teste com o seu ônibus espacial Buran, mas o projeto foi abandonado por ser caro demais.
Os militares não confirmaram o que o X37-B levou em seu compartimento de carga, mas especialistas especulam que devem ser sensores de diversos tipos - câmeras e radares, por exemplo - que permitam a visualização de objetos no solo com alta precisão e resolução.
Os testes desses sensores em um veículo reaproveitável é uma opção mais simples, mais barata e mais segura do que enviar satélites que não se sabe se funcionarão adequadamente. Com os sensores devidamente testados, os satélites poderão ser fabricados e colocados em órbita para tarefas de monitoramento e espionagem contínuas.
X37-B
Com 8,9 metros de comprimento, 4,5 metros de envergadura e 2,9 metros de altura, o X37-B tem cerca de um quarto do tamanho de um ônibus espacial. A nave pesa 4.990 quilogramas.
Ao contrário dos ônibus espaciais, que são abastecidos por células a combustível, a nave militar tem painéis solares que se abrem no espaço e baterias de íons de lítio.
O projeto prevê que a nave possa estar pronta para um novo lançamento em apenas 15 dias, mas um novo voo somente deverá acontecer no início de 2011.
Uma segunda unidade do X37-B, fabricada pela Boeing, já está quase pronta.
Militarização do espaço
Se havia alguma dúvida sobre a militarização do espaço, a utilização rotineira da nave espacial militar mostra que isto já é um fato.
A desmilitarização do espaço foi um objetivo perseguido pela diplomacia e pelas Nações Unidas por décadas. Estados Unidos e Israel são os únicos países que defendem abertamente a utilização das missões espaciais para fins militares.
Alguns países demonstraram preocupações com a possível utilização do X37-B para se aproximar e inspecionar satélites, sejam militares ou não.
Com seu grande motor traseiro, a nave tem uma capacidade de manobra inédita. Segundo especialistas em rastrear satélites artificiais, a nave mudou de órbita seis vezes enquanto esteve no espaço.



